Este blog fala sobre animais que vivem na água porque eu gosto de falar sobre a vida maritima.
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publicado por animaismaritimos, em 04.11.09 às 09:16link do post | favorito

 

Focas

 

 

Classificação científica

Reino: Animalia

 

Filo: Chordata

 

Classe: Mammalia

 

Infraclasse: Placentalia

 

Ordem: Carnívora

 

Superfamília: Pinnipedia

 

Família: Phocidae

 

 

As focas são mamíferas da família dos focídeos (do latim científico: Phocidae), super-família dos pinípedes (Pinnipedia), adaptadas à vida marinha. O corpo de uma foca é hidrodinâmico, semelhante a um torpedo, com os membros posteriores e anteriores em forma de nadadeira. Outro detalhe interessante é que as focas não possuem orelhas, o que as distingue da família Otariidae (leões marinhos). Todas essas características fazem das focas excelentes nadadoras, mas em contrapartida as focas não tem habilidade em terra firme sendo presas fáceis para ursos polares e caçadores.

 

As focas são carnívoras e alimentam-se de peixes e cefalópodes. Geralmente, reproduzem-se em colónias.

 


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publicado por animaismaritimos, em 28.10.09 às 09:18link do post | favorito

O golfinho-nariz-de-garrafa possui o corpo robusto, a cabeça robusta e o bico curto, largo e nitidamente distinto da cabeça. A sua nadadeira dorsal é alta e falcada. Nascido para deslizar os golfinhos-nariz-de-garrafa possuem corpos hidrodinâmicos, em forma de torpedo, que lhes permitem deslizar rapidamente através das águas do oceano. A sua gama de cores vai desde creme a cinza ou mesma preta. Geralmente, a barriga é mais clara que o dorso. As comunicações são efectuadas por meio de uma gama de sons emitidos a partir da bolsa nasal localizada na testa. Dentes fortes os golfinhos agarram o peixe com seu 18-27 pares de pequenos dentes cónicos, em ambas as mandíbulas. As marcas especiais na pele ajudam os golfinhos a camuflarem-se de potenciais predadores. A cauda tem dois remos, denominados lobos, que o impulsionam através da água.

 

Tamanho

Em geral, o tamanho entre 1,9 m à 4 m, a medida de comprimento do macho é de 3,80 m e o da fêmea é 3,60 m, mas já se observaram exemplares maiores. Seu peso médio e de 500 quilos

Aproximadamente 12 meses, nasce apenas uma cria pesando cerca de 10 kg e medindo entre 0,8 e 1,2 metros.

 

 

Um golfinho-nariz-de-garrafa da Marinha dos Estados Unidos intervalo de procriação 7-10 anos, altura em que a fêmea esta suficientemente madura em termos sexuais, contudo estes valores variam, existem registos de procriação de um golfinho-fêmea com 4anos de idade . Número de cria por 1 (um). Época de acasalamento entre Abril-Outubro.

 

Alimentação

Se alimenta de peixes pequenos, lulas, polvos e crustáceos.

 

Distribuição

Águas tropicais, subtropicais e temperadas de todos os oceanos, tanto em águas costeiras como em oceânicas, podendo inclusive penetrar em baías, estuários, lagoas e canais, e ocasionalmente penetra em rios. No Brasil ocorre do Rio Grande do Sul até o nordeste.

 


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publicado por animaismaritimos, em 28.10.09 às 09:12link do post | favorito

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:

 

Reino: Animalia

Filo: Chordata

Classe: Osteichthyes

Sub-classe: Actinopterygii

Ordem: Gasterosteiformes

Família: Syngnathidae

Gênero: Hippocampus

 

 

INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

 

Os cavalos-marinhos vivem nas águas de mares localizados em regiões de climas temperado e tropical

 

O cavalo-marinho é uma espécie de peixe que possui a capacidade de mudar de cor

 

Para movimentar-se pela água usam a vibração das barbatanas dorsais

 

A época de reprodução da fêmea ocorre na estação da primavera. Ela bota diversos ovos que são fertilizados pelo macho que os guarda numa bolsa (base da calda) até o momento do nascimento

 

A alimentação basea-se em: pequenos vermes, moluscos, crustáceos e algumas espécies de planctons

 

O alimento é sugado pelo cavalo-marinho através de seu fucinho tubular

 

Possuem dois olhos e a capacidade de mexer um in


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publicado por animaismaritimos, em 28.10.09 às 09:00link do post | favorito

Perigo de extinção

Aliado ao problema da caça, as baleias correm novo risco, com o aumento da poluição. Em Julho de 2001, na reunião anual da Comissão Baleeira Internacional, o Japão e a Noruega tentaram levantar a proibição de caça à baleia, contrariamente à Austrália e à Nova Zelândia que propuseram a formação de um santuário para as baleias, no Pacífico Sul - uma proposta que foi recusada, constituindo a primeira derrota desta reunião.

 

Já existem dois santuários de baleias: no Oceano Índico, desde 1979 e no Oceano Antárctico, desde 1994.

 

No meio dos interesses económicos surge assim o risco da poluição que ameaça a sobrevivência de muitas espécies. O Fundo Mundial para a Natureza afirmou que sete das 13 espécies correm risco de extinção, ao serem confrontadas com o ataque dos efluentes químicos e dos pesticidas que são lançados ao mar.

 

As substâncias poluentes fixam-se na gordura dos cetáceos e, posteriormente, no leite materno que alimenta os baleotes. Mais tarde, provocam ainda disfuncionamentos nos sistema imunitário, nervoso e reprodutivo.

 

Entre a ameaça da poluição, contam-se ainda as colisões com os barcos, as redes de pesca, a exploração do gás e do petróleo em offshore nas zonas de alimentação, a degradação dos habitats e a mudança climática.

 

Apesar da interdicção à sua caça desde 1986, todos os anos, mil baleias são mortas. Depois disso, foram mortas oficialmente 21 573 baleias.

 

O Fundo Mundial para a Natureza encoraja a «observação das baleias». Em 2000, nove milhões de pessoas em 87 países dedicaram-se a este tipo de observação, gerando um lucro global de um milhão de dólares, o dobro da quantia obtida seis anos antes. Um estudo mostrou que esta actividade daria mais lucros à economia islandesa do que uma eventual retoma da caça comercial.

 


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publicado por animaismaritimos, em 21.10.09 às 09:11link do post | favorito

 

As tartarugas-das-galápagos (Geochelone nigra spp.) são répteis da família Testudinidae, endêmicos do arquipélago de Galápagos, no Equador. São também a espécie de tartarugas que apresenta maiores dimensões e por isso referidos por vezes como tartarugas gigantes. Estes animais podem medir mais de 1,80 m de comprimento e pesar mais de 225 kg. As tartarugas-das-galápagos são herbívoras e alimentam-se de erva rasteira, fruta. Folhas e cactos. São animais extremamente lentos que se movimentam a uma velocidade de 0,30 km/h. A população anual das tartarugas-das-galápagos está estimada em cerca de 15.000 exemplares, muito longe dos 250.000 que viviam nas ilhas antes da colonização iniciada pelos espanhóis, e é considerada vulnerável.

 

A carapaça óssea das tartarugas-das-galápagos é muito grande e as suas características morfológicas variam de acordo com o ambiente de cada ilha. Esta variabilidade permite subdividir a espécie em vários subtipos, listados abaixo, cada um característico de uma ilha, ou de uma parte dela. Esta diversidade morfológica foi reconhecida por Charles Darwin, durante a sua visita ao arquipélago em 1835, e foi um dos argumentos para a sua teoria da evolução das espécies.

 

Uma tartaruga-das-galápagos chamada "Harriet" viveu cerca de 170 anos e morreu em 2006, num zoo em Queensland.

 


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publicado por animaismaritimos, em 14.10.09 às 09:52link do post | favorito

 

A orca (Orcinus orca) é o membro de maior porte da família Delphinidae (ordem dos cetáceos) e um predador versátil, podendo comer peixes, moluscos, aves, tartarugas, ainda que, caçando em grupo, consigam capturar presas de tamanho maior, incluindo morsas e "baleias". O nome provém da tradução direta do inglês "killer whale". Está, portanto, no topo da cadeia alimentar oceânica. Pode chegar a pesar nove toneladas. É o segundo animal de maior área de distribuição geográfica (logo a seguir ao homem), podendo encontrar-se em qualquer um dos oceanos.
 

Têm uma vida social complexa, baseada na formação e manutenção de grupos familiares extensos. Comunicam através de sons e costumam viajar em formações que assomam ocasionalmente à superfície. A primeira descrição da espécie foi feita por Plínio, o Velho que já a descrevia como um monstro marítimo feroz. Até hoje só houve um caso de ataque a seres humanos que foi na Malásia em 1928 a um pescador que atacou quatro desses animais que revidaram atacando o barco e matando o pescador, ainda que se saiba de alguns casos de agressões aos seus treinadores em parques temáticos. Tanto vivem no mar alto como junto ao litoral


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