Este blog fala sobre animais que vivem na água porque eu gosto de falar sobre a vida maritima.
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publicado por animaismaritimos, em 28.10.09 às 09:18link do post | favorito

O golfinho-nariz-de-garrafa possui o corpo robusto, a cabeça robusta e o bico curto, largo e nitidamente distinto da cabeça. A sua nadadeira dorsal é alta e falcada. Nascido para deslizar os golfinhos-nariz-de-garrafa possuem corpos hidrodinâmicos, em forma de torpedo, que lhes permitem deslizar rapidamente através das águas do oceano. A sua gama de cores vai desde creme a cinza ou mesma preta. Geralmente, a barriga é mais clara que o dorso. As comunicações são efectuadas por meio de uma gama de sons emitidos a partir da bolsa nasal localizada na testa. Dentes fortes os golfinhos agarram o peixe com seu 18-27 pares de pequenos dentes cónicos, em ambas as mandíbulas. As marcas especiais na pele ajudam os golfinhos a camuflarem-se de potenciais predadores. A cauda tem dois remos, denominados lobos, que o impulsionam através da água.

 

Tamanho

Em geral, o tamanho entre 1,9 m à 4 m, a medida de comprimento do macho é de 3,80 m e o da fêmea é 3,60 m, mas já se observaram exemplares maiores. Seu peso médio e de 500 quilos

Aproximadamente 12 meses, nasce apenas uma cria pesando cerca de 10 kg e medindo entre 0,8 e 1,2 metros.

 

 

Um golfinho-nariz-de-garrafa da Marinha dos Estados Unidos intervalo de procriação 7-10 anos, altura em que a fêmea esta suficientemente madura em termos sexuais, contudo estes valores variam, existem registos de procriação de um golfinho-fêmea com 4anos de idade . Número de cria por 1 (um). Época de acasalamento entre Abril-Outubro.

 

Alimentação

Se alimenta de peixes pequenos, lulas, polvos e crustáceos.

 

Distribuição

Águas tropicais, subtropicais e temperadas de todos os oceanos, tanto em águas costeiras como em oceânicas, podendo inclusive penetrar em baías, estuários, lagoas e canais, e ocasionalmente penetra em rios. No Brasil ocorre do Rio Grande do Sul até o nordeste.

 


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publicado por animaismaritimos, em 28.10.09 às 09:12link do post | favorito

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:

 

Reino: Animalia

Filo: Chordata

Classe: Osteichthyes

Sub-classe: Actinopterygii

Ordem: Gasterosteiformes

Família: Syngnathidae

Gênero: Hippocampus

 

 

INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

 

Os cavalos-marinhos vivem nas águas de mares localizados em regiões de climas temperado e tropical

 

O cavalo-marinho é uma espécie de peixe que possui a capacidade de mudar de cor

 

Para movimentar-se pela água usam a vibração das barbatanas dorsais

 

A época de reprodução da fêmea ocorre na estação da primavera. Ela bota diversos ovos que são fertilizados pelo macho que os guarda numa bolsa (base da calda) até o momento do nascimento

 

A alimentação basea-se em: pequenos vermes, moluscos, crustáceos e algumas espécies de planctons

 

O alimento é sugado pelo cavalo-marinho através de seu fucinho tubular

 

Possuem dois olhos e a capacidade de mexer um in


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publicado por animaismaritimos, em 28.10.09 às 09:00link do post | favorito

Perigo de extinção

Aliado ao problema da caça, as baleias correm novo risco, com o aumento da poluição. Em Julho de 2001, na reunião anual da Comissão Baleeira Internacional, o Japão e a Noruega tentaram levantar a proibição de caça à baleia, contrariamente à Austrália e à Nova Zelândia que propuseram a formação de um santuário para as baleias, no Pacífico Sul - uma proposta que foi recusada, constituindo a primeira derrota desta reunião.

 

Já existem dois santuários de baleias: no Oceano Índico, desde 1979 e no Oceano Antárctico, desde 1994.

 

No meio dos interesses económicos surge assim o risco da poluição que ameaça a sobrevivência de muitas espécies. O Fundo Mundial para a Natureza afirmou que sete das 13 espécies correm risco de extinção, ao serem confrontadas com o ataque dos efluentes químicos e dos pesticidas que são lançados ao mar.

 

As substâncias poluentes fixam-se na gordura dos cetáceos e, posteriormente, no leite materno que alimenta os baleotes. Mais tarde, provocam ainda disfuncionamentos nos sistema imunitário, nervoso e reprodutivo.

 

Entre a ameaça da poluição, contam-se ainda as colisões com os barcos, as redes de pesca, a exploração do gás e do petróleo em offshore nas zonas de alimentação, a degradação dos habitats e a mudança climática.

 

Apesar da interdicção à sua caça desde 1986, todos os anos, mil baleias são mortas. Depois disso, foram mortas oficialmente 21 573 baleias.

 

O Fundo Mundial para a Natureza encoraja a «observação das baleias». Em 2000, nove milhões de pessoas em 87 países dedicaram-se a este tipo de observação, gerando um lucro global de um milhão de dólares, o dobro da quantia obtida seis anos antes. Um estudo mostrou que esta actividade daria mais lucros à economia islandesa do que uma eventual retoma da caça comercial.

 


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